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Juros no crédito habitação voltam a descer e prestação sobe um euro

Em janeiro, a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito habitação foi 0,798%, inferior à de dezembro (0,801%).
18 fev 2022 min de leitura

A eventual subida das taxas de juro de referência já em 2022 por parte do Banco Central Europeu (BCE) tem estado na ordem do dia. Um assunto muito importante para os consumidores, já que terá impacto, em última instância, na prestação paga ao banco pelo empréstimo da casa. Certo é que as taxas de juro voltaram a descer. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em janeiro de 2021, a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito habitação foi 0,798%, inferior à registada em dezembro (0,801%) e no período homólogo (0,873%). Já a prestação média vencida subiu um euro, para 254 euros. 

“A taxa de juro implícita no crédito à habitação desceu para 0,798%, valor inferior em 0,3 pontos base (p.b.) ao registado no mês anterior. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro foi 0,684% (0,682% no período precedente). Para o destino de financiamento Aquisição de Habitação, o mais relevante no conjunto do crédito habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 0,812% (-0,4 p.b. face a dezembro de 2021). Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro subiu 0,4 p.b. face ao mês anterior, fixando-se em 0,684%”, lê-se no boletim divulgado pelo INE esta terça-feira (15 de fevereiro de 2022).

Prestação média vencida sobe para 254 euros

No que diz respeito à prestação média vencida, e considerando a totalidade dos contratos de crédito habitação, o valor médio subiu um euro em janeiro para 254 euros. “Deste valor, 39 euros (15%) correspondem a pagamento de juros e 215 euros (85%) a capital amortizado”, conclui o INE. 

Em termos homólogos, ou seja, face a janeiro de 2021, a subida foi de 27 euros, tendo passado de 227 euros para os já referidos 254 euros. 

Já nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação desceu dois euros em janeiro de 2022 face ao mês anterior, para 305 euros. Em termos homólogos, ocorreu uma subida de 20 euros (285 euros em janeiro de 2021).

Capital médio em dívida aumenta

Relativamente ao capital médio em dívida para a totalidade dos contratos, subiu 350 euros em janeiro de 2022 face ao mês anterior, fixando-se em 58.557 euros – estava em 58.207 euros em dezembro de 2021. Comparativamente ao valor registado há um ano, em janeiro do ano passado, o aumento é ainda maior, já que o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos era de 55.286 euros.

“Para os contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio do capital em dívida foi 121.870 euros, mais 1.481 euros que em dezembro de 2021 [120.389 euros]”, conclui o INE.

Fonte: Idealista

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